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terça-feira, 23 de maio de 2017

Depeche Mode - Live in Stockholm (Full Concert Multicam) 5th May 2017


Depeche Mode - Stockholm Full Concert Multicam 5th May 2017

Setlist:

Intro
Going Backwards
So Much Love
Barrel of a Gun
A Pain That I'm Used To
Corrupt
In Your Room
World in My Eyes
Cover Me
Home
A Question of Lust
Poison Heart
Where's the Revolution
Wrong
Everything Counts
Stripped
Enjoy the Silence
Never Let Me Down Again
Encore:
Somebody
Walking in My Shoes
Heroes
I Feel You
Personal Jesus

Enjoy!

domingo, 21 de maio de 2017

sábado, 20 de maio de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

quarta-feira, 17 de maio de 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

segunda-feira, 15 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

Going Backwards por Jucélia Vital

Going Backwards - Regredindo
Álbum: Spirit
Ano: 2017
Composição: Martin L. Gore

Esta música é um convite a repensar o mundo, lançando sobre ele uma dose de senso crítico em relação às condutas adotadas, tanto por líderes de nações, quanto por cidadão comum em sua trajetória de vida.
Isto feito através de um cenário dramático, revelado nos primeiros acordes pesados de piano, como se eles dissessem “Você, desperte de sua cegueira!”Enquanto o vocal de Gahan dispara em tom de alerta, a doçura do backing vocal de Gore enfatiza o refrão "nothing inside" com certa resignação diante das fissuras causadas pela humanidade.
Compreendemos cada vez menos o tempo presente, mas almejamos o futuro através de um olhar indiferente a tudo que não aponte para tal fim, alheios ao sofrimento e redução da condição humana.


We are not there yet
We're going backwards
We have not envolved
We have no respect
We have lost control
Há uma força nos impelindo a olhar para fora, tragando-nos pela urgência das demandas, não temos o tempo necessário, sequer, de avaliação quanto às implicações de nossas ações de forma mais ampla.

Ignoring the realities
Going backwards
Are you couting all the casualities?
Evolução científica e avanços tecnológicos não se equacionam com o crescente nível de esvaziamento existencial.

We can track it all with the satellites
See it in all plain sight
Watch men die in real time
But we have nothing inside
We feel nothing inside

We have lost our soul
We're digging our own hole
Para que serve um mundo "evoluído" se seus habitantes não dispõem de condições para usufruí-lo adequadamente, quer pela ausência de honestidade, ou escrúpulos, ou impossibilidade de igualdade; Quer pela própria tendência darwinista onde “mais evoluídos” substituem menos evoluídos (mas o que os tais evoluídos estariam fazendo com o planeta?)
Killings we can control
For senses that have been dulled



Going Backwards

To a caverman mentality
O mundo estaria realmente evoluindo?
Blog da Jucélia Vital:
https://soboveudasletras.blogspot.com.br/
Enjoy!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

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quinta-feira, 23 de março de 2017

Confirmado:Depeche Mode no Brasil em 2018!




Mais informações em breve.
Enjoy!

terça-feira, 21 de março de 2017

Depeche Mode vai anunciar sua vinda ao Brasil amanhã

O título já diz tudo. A Popload apurou que o Depeche Mode vai anunciar nesta quarta-feira em suas redes sua esperada turnê no Brasil, que tem agitado faz algumas semanas os bastidores musicais aqui do país. A visita da gigante banda inglesa ao país acontecerá em março do ano que vem, 24 anos após a última e única visita deles por aqui, para dois shows históricos no extinto Olympia, em São Paulo.

O Depeche Mode está em ritmo de divulgação de seu novo disco, “Spirit”, lançado na sexta passada, o primeiro deles em quatro anos.

“Spirit” tem 12 faixas inéditas e momentos inspirados, como a faixa de abertura, “Going Backwards”, uma das melhores do hoje trio nos últimos anos.

O álbum, 14º disco de estúdio de uma das bandas que definiu e levou a música eletrônica para as grandes arenas, tem produção assinada pelo talentoso James Ford, do Simian Mobile Disco, com aclamados e conhecidos trabalhos com bandas como Arctic Monkeys, Foals e Klaxons.

A turnê mundial “Global Spirit Tour” começa oficialmente em maio, em estádios europeus, e ganha a América do Norte no segundo semestre.

http://www.popload.com.br/atencao-depeche-mode-vai-anunciar-sua-vinda-ao-brasil-amanha/

Enjoy!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Depeche Mode anuncia show no Brasil em 2018

Trio inglês Depeche Mode volta ao Brasil em 2018

Os mais de 100 milhões de discos vendidos que o trio inglês acumula em 36 anos dão ideia do tamanho do fenômeno comercial que ele representa.

Difícil descrever a sensação de escutar ao vivo a voz de Dave Gahan quando ele começa a cantar. O impacto é instantâneo e parece trazer memórias de uma vida toda. Poucas bandas definiram tanto o som de uma época (ou épocas, mais exatamente) como eles. Portanto, não é exagero afirmar: ver o Depeche Mode tocar é ver a história.
Os mais de 100 milhões de discos vendidos que o trio inglês acumula em 36 anos de carreira dão uma ideia do tamanho do fenômeno comercial que ele representa. Mas não dá a medida exata da presença e da influência de seus hits na cultura pop das últimas décadas. Mas até os que não gostam da banda são capazes de reconhecer e quiçá cantarolar músicas como Strangelove, estrondoso sucesso de 1987, ou a não menos clássica Enjoy the Silence, de 1990, ambas compostas pelo tecladista, vocalista e guitarrista Martin Gore.

O Depeche Mode ditou como poucos os rumos da música eletrônica na fronteira entre o pop e o rock nas décadas de 1980 e 90. O ápice de seu protagonismo parece estar na sequência dos discos Music for the Masses (1987), Violator (1990) e Songs of Faith and Devotion (1993). Se desde então o grupo não atingiu o mesmo grau de influência, sua carreira continuou sólida, arrastando multidões a shows e lançando um disco a cada três ou quatro anos.

“Nós realmente não imaginávamos que iríamos chegar tão longe”, diz Andy Fletcher, tecladista e membro fundador da banda, na tarde de sábado, dia seguinte ao show de lançamento do disco novo. Cada um dos membros da banda dá entrevistas separadas a jornalistas de diversos países em salas do luxuoso hotel Waldorf Astoria. Foi o dia todo assim, e Fletcher está cansado, de costas para a janela que dá para a estação Zoologischer Garten. “Estamos bem animados. É sempre bom sair em turnê com um disco novo.”

Spirit, o décimo quarto álbum de estúdio do trio, tem doze faixas e foi produzido por James Ford, da dupla Simian Mobile Disco. É um disco mais soturno, carregado na eletrônica, e que vem com um forte discurso de questionamentos. “Nós raramente somos assim tão políticos”, avalia Fletcher. “Faz algum tempo que as coisas estão bagunçadas, agora com Brexit, Trump. Martin sentiu que era a hora de tratar dessas coisas mais claramente.” A escolha do primeiro single, a faixa Where’s the Revolution, deixa clara a postura da banda.

Global Spirit Tour começa em Estocolmo no dia 5 de maio e varre a Europa e as Américas com muitos dos shows já esgotados, quase todos em estádios para dezenas de milhares de pessoas. A boa notícia é que os (muitos) fãs brasileiros vão poder ver a banda de perto novamente, após 24 anos de espera. E que espera sofrida: em 2009 o grupo cancelou os shows que faria no Rio de Janeiro e em São Paulo; em 2014 houve muita especulação acerca de uma participação no Lollapalooza, que não se confirmou. O Depeche Mode vem ao Brasil em 2018, e as informações sobre a vinda devem ser divulgadas nos próximos dias.

Fletcher nada pode falar sobre os dois shows que a banda fez no antigo Olympia, em São Paulo, em abril de 1994: ele havia deixado a turnê e voltado para casa pouco antes, por conta de uma crise nervosa. Mas ele revela ter boas expectativas. “Eu sei que temos muitos fãs no Brasil, e o público sul-americano em geral é sensacional”, diz. “E eu não estou falando só por falar!”

Em dado momento, seu celular apita. “Yes!”, exclama, para logo depois se desculpar por interromper a entrevista. “É que meu time está jogando.” Gary Cahill acaba de desempatar com um gol que pouco depois daria a vitória ao Chelsea sobre o Stoke City. Minutos antes, Fletcher falava sobre como gosta do fato de, apesar do sucesso, poder ter uma vida relativamente normal. “A privacidade é algo muito importante, senão nada disso teria sentido. E temos sorte, nossos fãs em geral são muito respeitosos.” O gol lhe traz alívio, seu humor melhora. É de fato um homem normal, à mercê do sucesso do goleiro de seu time como qualquer um de nós.

Dentre as razões da longevidade da banda, a capacidade de renovar sua base de fãs é talvez a mais importantes. “É algo muito bom ver como normalmente as primeiras fileiras dos nossos shows estão tomadas por jovens”, diz. No lançamento de Spirit, na última sexta-feira, muitos dos que cantavam de cor canções como Personal Jesus e Walking in My Shoes sequer haviam nascido quando o Depeche Mode estourou com Just Can’t Get Enough, em 1981. “O que é curioso nisso é que nós jamais fizemos alguma coisa na intenção de conseguir isso. É algo incrível, sem dúvida uma das razões de ainda estarmos vivos, mas eu não sei por que acontece.”

As razões parecem ser muitas: o casamento entre a eletrônica e o rock, os vocais e a presença de palco de Gahan, a entrega nos shows, a capacidade de se reinventar dentro de um estilo próprio, a poesia estranha das letras e o faro fatal de Gore para hits são algumas das marcas mais evidentes nesses quase quarenta anos de carreira. Os mais românticos que se preparem: o retorno ao Brasil promete grandes doses de nostalgia.

http://veja.abril.com.br/entretenimento/trio-ingles-depeche-mode-volta-ao-brasil-em-2018/

Enjoy!

domingo, 19 de março de 2017

sexta-feira, 17 de março de 2017

Depeche Mode - Spirit - Lançamento Mundial (17/03/2017)













CD Deluxe Edition & Double Vinil Edition.
Enjoy!